B"H
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NOSSA SEMANA
 
 
13 de Março de 2020
17 de Adar de 5780
 
 
Velas de Shabat:
Início às 18h10
Término às 19h03

Kabalat Shabat às 19:00, seguido de Kidush.
Participe desta experiência única...
 

 

DESTAQUE

A comunidade se reuniu para celebrar Purim. Oficinas, desfile de fantasias, leitura da Meguila e muita alegria tomaram conta da casa, que estava repleta de gente!
 
 
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PARASHAT KI TISSA
 
Catando os cacos
 
“É muito tarde.” “Foi longe demais.” “Isso nunca mais será como antes.” Quantas vezes já ouvimos essas palavras ou, até mesmo, já falamos frases assim?

A parashá desta semana, Ki Tissa, conta a história do Bezerro de Ouro, o pior pecado da história do povo judeu. Apenas algumas semanas após a maior revelação de todos os tempos, quando eles testemunharam D’us diante de seus próprios olhos, eles se ajoelham para uma vaca. Esse episódio foi humilhante na nossa história, mas a Torá, com a sua transparência inabalável, registra o momento nos mínimos detalhes.

Por quê?

Talvez a primeira importante lição que devemos aprender é que pessoas pecam, erram e falham. E a segunda lição é que, mesmo depois de tudo, ainda há esperança, não importa o que seja. Na mesma parashá, nós lemos como D’us disse a Moisés para esculpir as segundas tábuas, que ficariam no lugar das primeiras, quebradas após o choque de ver o povo fazendo idolatria. D’us disse algo como: você quebrou, agora conserta!

A Torá não tem a intenção de diminuir o nosso respeito por aquela geração, pelo contrário; ela quer nos ajudar a entender a fragilidade humana, a nossa fraqueza moral e a realidade das relações pessoais e espirituais.

As tábuas eram perfeitas, feitas pelas mãos de D’us e, de repente, estragamos tudo. Então está tudo acabado? Não há mais esperanças? Afinal, o que pode ser pior do que idolatria?

Nós quebramos os dois primeiros Mandamentos de um total de dez, e as Tábuas se transformaram em migalhas porque não éramos mais merecedores de tê-las. Aquele foi o ato mais grave de infidelidade.

A Torá nos ensina que nem tudo está perdido. Por pior que seja, é possível ao homem reparar os danos. Moisés vai fazer novas tábuas. Elas não serão como aquelas feitas por Hashem, mas vamos tê-las.

Há muito mais segundas chances na vida. E terceiras também. Se os judeus puderam ser perdoados pelo Bezerro de Ouro, nossos desafios e dificuldades, hoje, se tornam pequenos. O importante é ter alegria e saber que D’us está cuidando de nós.


Shabat Shalom!

Rabino Eliyahu e Rivky Rosenfeld.

 


 
MURAL DA COMUNIDADE
 
Desejamos Mazal Tov:

• Às famílias Czeresnia e Kininsberg, pelo noivado de Daniela e Alan;
• Às famílias Terpins e Amar, pelo casamento de Juliana e Michel;
• E ao jovem Ricardo, seus pais, Sandro e Ilana, e às famílias Kushnir e De Piccioto, pelo seu Bar Mitzva.
 

 
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